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Doutor Chamada para famílias

Consulta online para o seu filho, a sua mãe, o seu pai — pela sua conta

No Doutor Chamada, uma conta no seu nome cuida de quem depende de você: na hora de pagar, você escolhe quem vai ser atendido, a pessoa fala com um médico de CRM ativo por vídeo e o documento sai no nome de quem foi atendido. R$ 49,90 por consulta, sem mensalidade — todo dia, das 6h30 às 23h.

  • R$ 49,90 por consulta — mês sem uso, custo zero
  • Todo dia, das 6h30 às 23h, sem hora marcada
  • Médicos com CRM ativo
  • Documentos com assinatura digital ICP-Brasil

A conta, na prática

Uma consulta do seu filho, uma renovação da sua mãe e uma consulta sua num mês: R$ 149,70. No mês seguinte, sem ninguém precisando: nada. Não há assinatura correndo enquanto a família está bem.

Sem carência e sem lista de dependentes para manter: cadastrar alguém leva o tempo de digitar um nome e uma data de nascimento.

Os dias em que a casa precisa de médico

Não são emergências — são os dias comuns que hoje custam uma manhã de espera ou uma falta. É para eles que a conta existe.

O filho amanheceu com febre num dia de trabalho

Febre baixa, sem sinal de alarme — e a escolha de sempre seria a UPA lotada ou mais uma falta. Pela sua conta, você entra na fila a partir das 6h30, escolhe o nome dele em "Quem vai ser atendido" e fala com o médico por vídeo antes de a escola abrir.

A receita de uso contínuo da sua mãe venceu

O remédio está acabando e a agenda do posto só abre no mês que vem. Ela é atendida pela sua conta, de onde estiver: o médico avalia o caso e, quando indicado, renova a receita na hora — no nome dela, com assinatura digital e a mesma validade da receita em papel.

O pedido de exame do seu pai não anda

O acompanhamento dele pede exames de rotina, e uma consulta presencial só para sair com o pedido custaria uma manhã inteira. Na teleconsulta, o médico avalia e, quando há indicação, emite o pedido de exame no nome dele — para usar no laboratório que a família já usa.

E se for só você, é igual: a mesma conta, com uma pessoa só. Ninguém precisa ter dependente para consultar aqui.

Como funciona, na tela que você vai ver

Os passos abaixo descrevem o produto real — inclusive a autorização, que muda conforme quem vai ser atendido é uma criança ou um adulto.

  1. 1

    Uma conta, no seu nome

    Você se cadastra uma vez, com o seu e-mail. É a sua conta que paga e acompanha as consultas — de todo mundo.

  2. 2

    Escolha quem vai ser atendido

    Na hora de pagar, aparecem as pessoas da conta: você e quem você já cadastrou. Cadastrar alguém novo pede só o nome completo e a data de nascimento. O CPF da criança é opcional — sem ele, o documento sai com o seu CPF como responsável.

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    Confirme a autorização

    Para uma criança, você declara que é o responsável legal e autoriza a consulta. Para um adulto — a sua mãe, o seu pai —, é ele quem autoriza, e o médico confirma a identidade no início do atendimento.

  4. 4

    Vídeo, e o documento no nome certo

    A consulta é por vídeo, sem hora marcada. Atestado, receita e pedido de exame, quando há indicação clínica, saem no nome de quem foi atendido — com o CRM do médico e assinatura digital ICP-Brasil, conferíveis no validador público.

Preciso de um plano de saúde familiar só para ter médico quando alguém adoece?

Não. Para a consulta do dia a dia — o sintoma simples, a renovação, o pedido de exame —, o modelo por uso resolve: você paga quando alguém precisa, e nada nos meses em que ninguém precisa.

Mensalidade por pessoa, todo mês — usando ou não

R$ 49,90 por consulta realizada. Mês sem consulta, custo zero

Carência para começar a usar e burocracia para incluir dependente

Vale desde a primeira hora — cadastrar alguém leva um minuto, na hora de pagar

Rede credenciada, agenda do convênio e deslocamento

Por vídeo, de onde a pessoa estiver — todo dia, das 6h30 às 23h, sem hora marcada

A comparação vale para o que fazemos: consulta simples por telemedicina. Não somos plano de saúde nem substituímos um — exame, procedimento, internação e emergência são exatamente o que um plano (ou o SUS) cobre e a teleconsulta não.

Vai misturar o histórico de todo mundo?

Não. Cada pessoa da conta tem o próprio prontuário e os próprios documentos — o histórico do seu filho não se mistura com o da sua mãe, e a sua área mostra os documentos filtrados por pessoa.

É também o que a norma dos documentos médicos exige: a identificação de quem foi atendido e, no caso de criança, do responsável legal (CFM 2.381/2024). O documento sai no nome do paciente — não no de quem pagou.

Cada pessoa, um histórico

  • Prontuário próprio por pessoa atendida — não por conta.
  • Documentos filtrados por pessoa na sua área.
  • Documento sempre no nome de quem foi atendido, com CRM e assinatura digital.

E quando eu precisar faltar para acompanhar, mesmo assim?

Existe o atestado de acompanhamento — e o direito garantido em lei é mais estreito do que parece: pela CLT (art. 473), um dia por ano para acompanhar filho de até 6 anos e o acompanhamento da gestante em até 6 consultas. Fora dessas hipóteses, abonar a falta depende do regulamento da empresa ou da convenção coletiva.

É por isso que resolver o caso simples por vídeo, num horário que não briga com o expediente, costuma ser o caminho com menos atrito. E quando o dependente é atendido aqui, o médico que o atendeu pode emitir a declaração de acompanhamento após a avaliação.

Atestado de acompanhamento: o que é e quando abona a falta

O que atendemos hoje — dito por inteiro

Quem atende a criança hoje é o clínico geral — pediatra em breve

Para sintomas leves — febre baixa, tosse, diarreia sem sinal de alarme, dúvidas de rotina —, pais e responsáveis falam com um clínico geral de CRM ativo. O atendimento com pediatra está em breve.

Recém-nascido, lactente com febre e qualquer quadro agudo da criança precisam de avaliação presencial imediata — a teleconsulta não substitui o exame físico.

Pediatra online: em breve, e o que dá para resolver hoje

Especialistas, quando o caso pede mais

Além do plantão de clínico geral (R$ 49,90), há consultas agendadas com especialistas por R$ 199,90 — psiquiatria, ginecologia e ortopedia —, pelo mesmo caminho: escolhendo quem vai ser atendido.

Emergência não é telemedicina: dor no peito, falta de ar, convulsão, sinais de AVC, criança muito sonolenta ou com dificuldade para respirar — ligue 192 ou vá ao pronto-socorro.

Perguntas de quem cuida

Posso consultar para meu filho ou para outra pessoa?

Pode. Você escolhe quem vai ser atendido na hora de pagar, e os documentos saem no nome de quem foi atendido, com você identificado como responsável legal — é o que a CFM 2.381/2024 exige (art. 3º). Cada pessoa tem o próprio histórico e prontuário, separados do seu.

A criança precisa de CPF para ser atendida?

Não. O CPF da criança é opcional: sem ele, o documento sai com o seu CPF como responsável, e a identificação do paciente segue completa, com nome e data de nascimento.

Minha mãe pode ter conta própria e ainda assim ser atendida pela minha?

Pode. Conta e paciente são coisas separadas: ter conta própria não impede que ela seja atendida pela sua quando for mais prático. Cada consulta fica registrada na conta que a pagou, sempre no nome de quem foi atendido.

Quem vê os documentos de quem eu cadastro?

Os documentos ficam na sua conta, separados por pessoa, e saem sempre no nome de quem foi atendido. Dado de saúde é dado sensível: o prontuário segue as regras da LGPD, com guarda de 20 anos.

Quanto custa?

R$ 49,90 por consulta. Pagamento único, sem mensalidade.

Serve para emergência?

Não. O Doutor Chamada é para casos simples do dia a dia. Em urgências, procure um pronto-socorro ou ligue 192.

Da próxima vez que alguém da casa precisar

Criar a conta leva um minuto e não custa nada até alguém precisar. Quando precisar, é entrar na fila, escolher quem vai ser atendido e falar com o médico.

Fazer uma consulta — R$ 49,90