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Doutor Chamada para o setor público

Telemedicina para prefeituras e municípios

O Doutor Chamada atende o munícipe por vídeo com clínico geral todos os dias, das 7h às 22h: pelo celular, na UBS com sinais vitais aferidos pela equipe da unidade ou numa cabine com equipamento nosso. O preço é por componente, como nas contratações públicas: um valor-base por município, um adicional por UBS e a consulta realizada: R$ 49,90 por consulta de clínico pelo celular, além da implantação e da mensalidade.

Preço por componenteCelular, UBS e cabineAssinatura ICP-Brasil em nuvemContratação pela Lei 14.133/2021
Conversar sobre o seu município

O que o município contrata

A telessaúde é política do SUS (Lei 14.510/2022; Programa SUS Digital, Portaria GM/MS 3.232/2024), e esta oferta complementa o que a rede pública já tem, para a demanda que continua descoberta: consulta assistida na UBS, especialistas e cabine onde não há estrutura. Teleconsulta para os casos que cabem no vídeo: a consulta simples que hoje ocupa uma vaga da UBS, o distrito que só tem médico um dia por semana, a especialidade que obriga o munícipe a viajar. Emergência continua no SAMU 192 e na UPA, e o médico encaminha ao atendimento presencial sempre que precisa.

Plantão de clínico geral pelo celular

O munícipe é atendido por vídeo por um clínico geral, das 7h às 22h, todos os dias, inclusive fim de semana e feriado: renovação de receita de uso contínuo, dúvida, pedido de exame de rotina.

Em operação todos os dias; o acesso do município é configurado na implantação.

Consulta assistida na UBS, com sinais vitais

A equipe da unidade acolhe o munícipe e afere pressão, oximetria, temperatura e peso; o nosso médico conduz a consulta por vídeo vendo as medidas e as registra no prontuário. Para quem não tem celular ou precisa de aferição.

Implantada na UBS, com treinamento da equipe.

Consultas agendadas com especialista

Por vídeo, com hora marcada, na unidade ou em casa, nas especialidades confirmadas na proposta específica, que informa os médicos e o registro de especialidade (RQE) de cada um.

Conforme as especialidades e a agenda da proposta.

Cabine com equipamento nosso

Ponto com cabine, equipamentos de aferição e conexão, montado com parceiro, para distrito ou zona rural sem estrutura de atendimento.

Sob cotação, por ponto.

Como o munícipe usa o plantão pelo celular

  1. 1

    Entra pelo acesso que a prefeitura divulga, por link ou WhatsApp.

  2. 2

    Faz o cadastro e entra na fila do plantão.

  3. 3

    É atendido por vídeo por um clínico geral.

  4. 4

    Sai com a orientação e, quando o médico indica, com receita, atestado ou pedido de exame assinados digitalmente, conforme as regras de cada documento.

O acesso pago pelo município (link próprio, quem pode usar e limite de consultas do mês) é configurado na implantação, com prazo e critérios de aceite na proposta específica.

O que fica fora

  • Emergência: vai para o SAMU 192 ou para a UPA.
  • Exame físico, procedimentos e coleta de exames.
  • Integração automática com o e-SUS APS e a RNDS. O formato para o município registrar a produção é definido com a equipe municipal antes da implantação.

Quanto custa: preço por componente, como nas contratações públicas

O município paga a implantação, uma mensalidade fixa e as consultas realizadas, como nas atas e contratos públicos de telessaúde. A base inclui o acesso pelo celular e uma UBS; a partir da segunda UBS, há um adicional por unidade. Cada item pode ser comparado com a referência pública do mesmo item: veja os preços de telemedicina em contratos de municípios, com data e fonte.

Base por município (celular e uma UBS)Até 50 mil habitantesAcima de 50 mil habitantes
Implantação, parcela únicaR$ 4.900,00R$ 7.100,00
Plataforma, suporte e relatórios, por mêsR$ 1.900,00R$ 4.500,00

Dentro de cada faixa, o número de habitantes não muda o preço. Cada UBS a mais, nas duas faixas de população: R$ 1.500,00 de implantação e R$ 600,00 por mês. Em consórcio, a base vale por município consorciado.

Consulta realizadaPreço
Clínico geral pelo celular, qualquer idade (criança com o responsável)R$ 49,90
Consulta assistida na UBS, com sinais vitaisR$ 79,90
Consulta agendada com especialistaR$ 149,90
Cabine com equipamento nossoSob cotação, por ponto

Na consulta assistida, a equipe e os aparelhos de aferição são da unidade. A cabine tem escopo e preço definidos em cotação específica por ponto.

O que a implantação inclui

  • Acesso dos munícipes: link do município, quem pode usar e limite de consultas do mês.

  • Definição, com a equipe municipal, das responsabilidades pelo registro da produção no SUS e pelos cadastros CNES.

  • Fluxo de regulação e de retorno à UBS para encaminhamentos e exames.

  • Protocolo da consulta assistida com a enfermagem do município (aferição, registro e encaminhamento) e treinamento da equipe da UBS.

  • Consentimento e direito de recusa ao atendimento por vídeo, com o presencial garantido pela rede.

  • Atendimento de crianças e adolescentes com o responsável.

Como a cobrança funciona

Piloto de 12 meses

Com o acesso pelo celular e até 2 UBS no total: a primeira está na base, e a segunda paga o adicional.

Faturamento após o aceite

A implantação é faturada após o aceite previsto na proposta, e a mensalidade conta a partir dele. Os prazos de pagamento ficam no contrato.

Sem quantidade mínima de consultas

A mensalidade cobre plataforma, suporte e relatórios durante a vigência, com ou sem atendimentos. Só se cobra a consulta realizada: a iniciada e concluída pelo médico.

Limite do mês e demonstrativo

A secretaria define o limite de consultas do mês; mais consultas dependem de autorização formal dentro do contrato. A fatura vem com um demonstrativo para conferência.

Exemplos em 12 meses

A conta do primeiro ano é: implantação + 12 × (mensalidade + consultas do mês).

Piloto: município de 20 mil habitantes, 50 consultas de clínico pelo celular por mês, sem UBS a mais

Implantação
R$ 4.900,00
  • Base do municípioR$ 4.900,00
Por mês
R$ 4.395,00
  • Mensalidade da baseR$ 1.900,00
  • 50 consultas pelo celular × R$ 49,90R$ 2.495,00
Total em 12 meses
R$ 57.640,00

Expansão: município de 40 mil habitantes, 5 UBS, 100 consultas pelo celular e 100 assistidas por mês

Implantação
R$ 10.900,00
  • Base do municípioR$ 4.900,00
  • 4 UBS a mais × R$ 1.500,00R$ 6.000,00
Por mês
R$ 17.280,00
  • Mensalidade da baseR$ 1.900,00
  • 4 UBS a mais × R$ 600,00R$ 2.400,00
  • 100 consultas pelo celular × R$ 49,90R$ 4.990,00
  • 100 consultas assistidas na UBS × R$ 79,90R$ 7.990,00
Total em 12 meses
R$ 218.260,00

A forma de contratação é avaliada pelo município.

Para encaminhar à secretaria ou ao consórcio: baixe a apresentação em PDF (7 páginas, com estes preços).

Como conferir a qualidade do atendimento

A plataforma desta página é a mesma que atende pacientes no doutorchamada.com.br todos os dias. Os tempos de atendimento, lidos do nosso banco e atualizados sozinhos, estão em nossos números.

O que a secretaria recebe

  • Relatório mensal: consultas realizadas por tipo, tempos de espera, documentos por tipo e satisfação, em números agregados.

  • Demonstrativo da fatura com os dados mínimos para a conferência, sem conteúdo clínico.

Como conferir antes de contratar

Qualquer servidor confere sem pedir reunião: os tempos de atendimento medidos e publicados, o corpo médico identificado com CRM em /equipe-medica e a autenticidade de qualquer documento emitido, no validador público. Na reunião, mostramos o atendimento por dentro, com dados fictícios.

Cabine de telemedicina: presença física e sinais vitais na consulta

A cabine de telemedicina é um ponto físico de atendimento, em distrito, zona rural ou unidade itinerante, onde o munícipe é acolhido por um profissional de saúde local, tem os sinais vitais aferidos no ponto e faz a consulta por vídeo com um médico que vê essas medidas. É a resposta para quem a telemedicina por celular não alcança: quem não tem aparelho, dados móveis ou familiaridade com o digital.

Sinais vitais dentro da consulta

Pressão arterial, oximetria de pulso, frequência cardíaca, temperatura, peso e altura aferidos no ponto: o médico conduz a consulta por vídeo vendo as medidas, não estimando por relato.

Equipamentos dimensionados por projeto

Os equipamentos são definidos na cotação de cada ponto, conforme a demanda, e podem incluir glicemia capilar, ECG digital, dermatoscópio e estetoscópio digital.

Acolhimento por gente do município

Técnico de enfermagem ou profissional de saúde local recebe, afere os sinais e acompanha o atendimento. Quem nunca fez uma consulta por vídeo não fica sozinho diante de uma tela.

Consulta, registro e orientações

O médico registra a consulta e as medidas no prontuário e orienta o munícipe ali mesmo, com o encaminhamento à rede quando precisa.

Onde a cabine cabe

Distritos e zona rural sem médico fixo, unidades com horário estendido e ações itinerantes de saúde.

Conexão, equipe e urgência definidas no projeto

Internet dimensionada por ponto (dedicada, 4G ou satelital), equipe local e o caminho até a rede de urgência do município são definidos no projeto de cada ponto.

Por projeto: a cabine com equipamento nosso é cotada por ponto, com parceiro de equipamentos. Na UBS que já tem equipe e aparelhos, a consulta assistida dispensa a cabine.

Por dentro da plataforma

Da fila ao registro da consulta, tudo roda na mesma plataforma que atende pacientes no doutorchamada.com.br todos os dias.

Consulta por vídeo integrada

A videochamada dentro da jornada do munícipe, da fila ao fim do atendimento, com registro de cada consulta.

Documentos com assinatura ICP-Brasil

Quando o médico indica, os documentos são emitidos na plataforma com assinatura eletrônica qualificada ICP-Brasil e certificado em nuvem, observando as regras específicas de cada documento.

Validador público de documentos

Os PDFs gerados na plataforma trazem QR code para conferir a autenticidade no validador público: a farmácia, o empregador e a perícia conferem sem ligar para ninguém.

Prontuário de cada atendimento

Registro clínico por munícipe, inclusive as medidas aferidas na UBS ou na cabine, guardado pelo serviço médico.

Emergência fora da telemedicina

Sinais de emergência (dor torácica, sinais de AVC, ideação suicida, febre alta em criança) não são caso de teleconsulta. Quando o médico os identifica na consulta, ele direciona o munícipe à rede de urgência do município.

Relatório mensal e demonstrativo

Consultas, tempos de espera, documentos por tipo e satisfação em números agregados, para prestação de contas e controle interno, e o demonstrativo que confere a fatura.

De onde vem a verba: as fontes que pagam a telemedicina municipal

Telemedicina municipal se paga com as fontes que o município já opera: recursos próprios da saúde, custeio da atenção primária, emendas parlamentares e o rateio do consórcio, conforme as regras de cada recurso. A telessaúde é autorizada em lei no país inteiro (Lei 14.510/2022). Cada fonte abaixo diz para que serve: investimento monta o ponto; custeio paga a operação mês a mês.

Recursos próprios da saúde

Todo município aplica em saúde no mínimo 15% da base de impostos e transferências definida na LC 141/2012 (art. 7º). Telessaúde contratada pela secretaria pode entrar nessa despesa, conforme os requisitos da lei e o planejamento da saúde.

Custeio ou investimento: a fonte mais flexível.

Custeio da atenção primária

As transferências do Fundo Nacional de Saúde ao Fundo Municipal custeiam a atenção primária, conforme as regras de cada transferência. Teleconsulta que absorve a demanda simples da UBS é despesa da própria rede.

Custeio: paga a operação mês a mês.

Emendas parlamentares

Emendas individuais e coletivas destinadas à saúde podem financiar ações de saúde digital e telessaúde em 2026 (Portaria GM/MS 10.297/2026; Portaria GM/MS 8.283/2025, com alterações da 10.352/2026), conforme a finalidade e os requisitos de cada uma. Nas propostas abrangidas pela Portaria 10.297/2026, a aquisição ou o desenvolvimento de software deve observar o art. 63 (solução de domínio público); por isso, a fonte é avaliada por componente.

Custeio ou investimento, conforme a emenda.

Consórcio intermunicipal, por rateio

Pela Lei 11.107/2005, municípios vizinhos dividem o custo por contrato de rateio: o consórcio de saúde contrata para todos, e cada município atende a sua população.

Custeio compartilhado, com rito próprio (abaixo).

Incentivos de investimento do Ministério da Saúde

O Programa SUS Digital (Portaria GM/MS 3.232/2024) organiza a transformação digital da saúde. O incentivo de até R$ 15 mil por Ponto de Telessaúde (Portaria GM/MS 4.160/2024) compra equipamento, teve pedidos em 2024 e não paga consultas: vale conferir se o município foi contemplado.

Investimento: monta o ponto, não paga a operação.

Cofinanciamento estadual

Vários estados mantêm programas próprios de apoio à atenção primária e à telessaúde, com regras e valores que variam. Na conversa, conte quais programas do seu estado já chegam ao município.

Custeio ou investimento, conforme o programa do estado.

O limite disto aqui: esta página não é parecer jurídico nem orçamentário. O enquadramento final é da procuradoria e do controle interno do município; o que entregamos é o subsídio técnico, com as normas citadas pelo número.

Como o município contrata — Lei 14.133/2021

O caminho que recomendamos é começar por um piloto delimitado e escalar com os números dele. A forma de contratação é decisão do município.

Secretaria de saúde ou prefeitura

Comece por um piloto: a base do município e até 2 UBS, por 12 meses, com um limite de consultas por mês. A forma de contratação é escolha do município.

Consórcio de saúde

O limite da contratação direta é o dobro, e um contrato do consórcio atende os municípios consorciados, com a base por município.

Assessoria a municípios

Encaminhe esta página ou a apresentação em PDF. A proposta e o contrato são feitos com o município, o consórcio ou a OS que gere a rede.

Contratação direta por valor

Quando cabível, a Lei 14.133/2021 (art. 75, II) admite a contratação direta de valor inferior a R$ 65.492,11 no exercício de 2026 (Decreto 12.807/2025), somadas as despesas da mesma natureza da unidade gestora e com o processo administrativo do art. 72. A análise é do município. Para consórcio público, o limite é o dobro: R$ 130.984,22.

Credenciamento, sem exclusividade

Nas hipóteses do art. 79 da Lei 14.133/2021, o município publica as condições e credencia os prestadores que as cumprem, sem exclusividade. Combina com a teleconsulta paga por consulta realizada, com o preço unitário fixado no edital.

Pregão eletrônico para a escala

Quando o objeto pode ser definido por padrões objetivos de desempenho e qualidade, a contratação em escala segue por pregão. Entregamos subsídio técnico para o termo de referência, sem direcionamento de marca.

Consórcio e ata de registro de preços

Municípios pequenos ganham escala contratando juntos pelo consórcio de saúde. A adesão à ata de registro de preços de outro ente segue o art. 86 da Lei 14.133/2021, com as condições e os limites da lei.

Rede gerida por OS

Quando a atenção primária é operada por uma Organização Social com contrato de gestão, a contratação segue o contrato de gestão, o regulamento de compras da OS e a legislação local. Somos empresa: entramos como fornecedor da OS.

Preço por componente

Valor-base por município, adicional por UBS e consulta realizada, cada item comparável com a referência pública do mesmo item. Não há licença por habitante, consumo mínimo de consultas nem pagamento antecipado.

As regras que seguimos em todo atendimento

As mesmas que o contrato com o município escreve.

  • Telemedicina conforme a Lei 14.510/2022 e a Resolução CFM 2.314/2022, com o médico identificado por nome e CRM no prontuário e em cada documento emitido.

  • Assinatura eletrônica qualificada ICP-Brasil, com certificado em nuvem (MP 2.200-2/2001), nos documentos emitidos, observando as regras específicas de cada documento; os PDFs gerados na plataforma trazem QR code para conferência.

  • LGPD: dado de saúde é dado sensível, e o titular é o munícipe, não o ente contratante. Prontuário guardado por no mínimo 20 anos desde o último registro (Lei 13.787/2018), com acesso restrito e nenhum uso comercial dos dados.

  • Emergência nunca é telemedicina: diante de sinais de gravidade, inclusive sinais alterados na UBS ou na cabine, o médico direciona o munícipe à rede de urgência do município.

Conversar sobre o seu município

Conte o município ou consórcio, a sua função e o que você quer resolver: fila da atenção primária, distrito sem médico, consulta assistida na UBS, cabines, subsídio para o termo de referência. Nossa equipe responde por e-mail ou WhatsApp.

O que gestores perguntam antes de avançar

Isso já está pronto ou é projeto?

O atendimento médico roda todos os dias: é a mesma operação que atende pacientes no doutorchamada.com.br. O acesso pago pelo município, a consulta assistida na UBS e as regras de quem pode usar são configurados na implantação, com prazo e aceite na proposta. A cabine com equipamento nosso é projeto, cotado por ponto.

O que a cabine de telemedicina mede?

A cabine pode aferir pressão arterial, oximetria de pulso, frequência cardíaca, temperatura, peso e altura, com as medidas visíveis para o médico durante a consulta por vídeo; o conjunto de cada ponto é definido na cotação. Por projeto, o ponto pode ganhar glicemia capilar, ECG digital, dermatoscópio e estetoscópio digital. Um profissional de saúde local acolhe o munícipe e opera os equipamentos.

Os médicos são de vocês ou da rede municipal?

Os médicos são nossos, identificados por nome e CRM em cada documento. Na consulta assistida, a equipe da UBS acolhe o munícipe e afere os sinais vitais, e o nosso médico conduz a consulta por vídeo.

Como a prefeitura contrata? Precisa licitar?

Depende do valor e da análise do município. Quando cabível, a contratação direta vale para valor inferior a R$ 65.492,11 no exercício de 2026 (Lei 14.133/2021, art. 75, II), somadas as despesas da mesma natureza e com o processo administrativo da lei; para consórcio público, o limite é o dobro. A escala segue por credenciamento ou pregão. O enquadramento final é da procuradoria do município.

De onde sai a verba para pagar?

Das fontes que o município já opera: recursos próprios da saúde (LC 141/2012), custeio da atenção primária, emendas parlamentares destinadas à saúde digital, conforme a finalidade de cada uma, e o rateio do consórcio. Incentivos de investimento, como o de até R$ 15 mil por Ponto de Telessaúde (Portaria GM/MS 4.160/2024), montam o ponto e não pagam consultas. O enquadramento final é da procuradoria do município.

Quanto custa?

O preço é por componente. A base do município, que inclui o celular e uma UBS, é de R$ 4.900,00 de implantação e R$ 1.900,00 por mês até 50 mil habitantes, e de R$ 7.100,00 e R$ 4.500,00 acima disso. Cada UBS a mais custa R$ 1.500,00 de implantação e R$ 600,00 por mês. A consulta realizada custa R$ 49,90 pelo celular, R$ 79,90 assistida na UBS e R$ 149,90 com especialista. A implantação é faturada após o aceite, e a mensalidade conta a partir dele; não há quantidade mínima de consultas.

Quanto custa para um município de 40 mil habitantes?

Um município de 40 mil habitantes fica na faixa até 50 mil habitantes: a base é de R$ 4.900,00 de implantação e R$ 1.900,00 por mês, com o celular e uma UBS. A conta do primeiro ano é implantação + 12 × (mensalidade + consultas do mês): sem consultas, R$ 27.700,00; com 50 consultas pelo celular por mês, R$ 57.640,00; com 100 pelo celular e 100 assistidas na UBS, R$ 183.460,00. Do segundo ano em diante, a implantação sai da conta. Cada UBS a mais soma R$ 1.500,00 de implantação e R$ 600,00 por mês.

Quem pode usar o acesso pago pelo município?

Quem a secretaria definir na implantação: por exemplo, a partir do cadastro das UBS (e-SUS), pelo CPF ou pelo Cartão SUS. Quem não estiver no cadastro pode ser autorizado pela própria UBS. A forma exata fica na proposta específica.

O que acontece quando o limite de consultas do mês acaba?

A secretaria recebe um aviso antes de chegar a ele. Atingido o limite, o acesso pago pelo município pausa até o mês seguinte, salvo ampliação formal autorizada, e a consulta já iniciada é concluída.

Os documentos emitidos valem? Como alguém confere?

Quando o médico indica, os documentos levam assinatura eletrônica qualificada ICP-Brasil, com certificado em nuvem, e seguem as regras específicas de cada documento. Os PDFs gerados na plataforma trazem QR code, e qualquer pessoa confere a autenticidade no validador público.

E os dados dos munícipes?

Dado de saúde é dado sensível na LGPD, e o titular é o munícipe. O prontuário fica guardado por no mínimo 20 anos desde o último registro (Lei 13.787/2018), com acesso restrito e sem uso comercial dos dados. A secretaria recebe relatórios agregados e um demonstrativo da fatura com os dados mínimos para a conferência, sem conteúdo clínico. O contrato escreve esses limites.

Integra com o e-SUS?

Hoje não há integração automática, e ela não faz parte desta oferta. Para a teleconsulta entrar na produção da atenção primária, o e-SUS APS só aceita registros de profissionais com vínculo com o município, pela regra do layout oficial de integração (LEDI APS); por isso, antes da implantação, definimos com a equipe municipal quem registra a produção e quais cadastros no CNES são feitos.

Você opera uma clínica privada? A porta certa é a página para clínicas. Precisa de consultas para o time da sua empresa? É a página para empresas.

Quando precisar de um médico

Consulta por vídeo com médicos de CRM ativo, das 7h às 22h, sem hora marcada. Atestado, receita e pedido de exame saem assinados quando há indicação clínica.