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Doutor Chamada para o setor público

Telemedicina para o seu município — plataforma pronta e cabines de atendimento

O Doutor Chamada oferece a prefeituras, consórcios e órgãos públicos uma operação de telemedicina completa — consulta por vídeo com médicos de CRM ativo, prontuário, emissão de atestado, receita e pedido de exame com certificado A1 ICP-Brasil e validador público de documentos — como plantão digital para o munícipe, como plataforma para os médicos da própria rede, e com cabines de atendimento que aferem sinais vitais em UBS, distritos e zona rural.

Médico com CRM em todo atendimentoCertificado A1 ICP-BrasilValidador público com QRLGPD · dados segregadosContratação pela Lei 14.133/2021
Conversar sobre o seu município

A fila da atenção primária não é falta de gestão — é falta de médico onde o munícipe está

Quem gere saúde municipal conhece o quadro sem precisar de estatística: a agenda da UBS saturada por consultas que não exigiam presença física, o distrito que só tem médico um dia por semana, o morador da zona rural que perde o dia de trabalho para uma renovação de receita, o fim de semana em que a única porta aberta é a urgência. A telemedicina não substitui a rede física — ela devolve a rede física para o que só ela faz, tirando da fila o que pode ser resolvido por vídeo, com documento válido saindo na hora.

Três formatos de implantação, cada um com o estágio dito

Cada card declara o que roda hoje e o que é dimensionado por projeto — é assim que preferimos chegar a uma mesa pública.

Plantão digital — nossos médicos

O munícipe atende pelo celular com médicos de CRM ativo, das 6h30 às 23h, todos os dias: consulta por vídeo, atestado, receita e pedido de exame assinados com certificado A1 ICP-Brasil. Serve como extensão da rede — a consulta simples que hoje ocupa uma vaga da UBS, o fim de semana, a demanda que a agenda não absorve.

Roda hoje — é a nossa operação de todos os dias.

Plataforma para a rede — seus médicos

Os médicos do município atendem na nossa plataforma: fila digital, consulta por vídeo, prontuário, emissão de documentos com A1 ICP-Brasil e o validador público. A secretaria ganha telessaúde própria sem licitar cinco fornecedores de TI e costurá-los.

White-label desenhado por piloto, sobre a plataforma que já roda.

Cabines de atendimento — presença física

Ponto físico em UBS, distrito ou zona rural: o munícipe é acolhido por um profissional local, tem os sinais vitais aferidos na hora — pressão, oximetria, temperatura, peso — e faz a consulta por vídeo com o médico vendo essas medidas. A telemedicina deixa de exigir que cada cidadão tenha celular, dados e letramento digital.

Implantação por projeto, com parceiros de equipamentos.

Cabine de telemedicina: presença física, sinais vitais e documento na mão

A cabine de telemedicina é um ponto físico de atendimento — instalado em UBS, escola, distrito ou unidade itinerante — onde o munícipe é acolhido por um profissional de saúde local, tem os sinais vitais aferidos por equipamentos conectados e faz a consulta por vídeo com um médico que vê essas medidas em tempo real. É a resposta para a parte da população que a telemedicina por celular não alcança: quem não tem aparelho, dados móveis ou familiaridade com o digital.

Sinais vitais dentro da consulta

Pressão arterial, oximetria de pulso, frequência cardíaca, temperatura, peso e altura aferidos no ponto — o médico conduz a consulta por vídeo vendo as medidas, não estimando por relato.

Equipamentos dimensionados por projeto

O conjunto-base cabe em qualquer unidade; ampliações como glicemia capilar, ECG digital, dermatoscópio e estetoscópio digital entram conforme o perfil de demanda do ponto.

Acolhimento por gente do município

Técnico de enfermagem ou profissional de saúde local recebe, afere os sinais e acompanha o atendimento. O munícipe que nunca fez uma consulta por vídeo não fica sozinho diante de uma tela.

Documento na mão, verificável

Atestado, receita ou pedido de exame sai assinado com certificado A1 ICP-Brasil e QR code — impresso na hora no ponto ou digital. Farmácia, empregador e perícia conferem a autenticidade no validador público.

Onde a cabine cabe

UBS com agenda saturada (a cabine absorve a demanda simples), distritos e zona rural sem médico fixo, unidades com horário estendido e ações itinerantes de saúde.

Conectividade e emergência resolvidas no desenho

Link de internet dimensionado por ponto (dedicado, 4G ou satelital) e protocolo de emergência explícito: sinal de gravidade identificado na triagem ou na aferição direciona à rede de urgência do município — telemedicina não substitui pronto atendimento.

Estágio, dito com clareza: a cabine é implantada por projeto — pontos, equipamentos, conectividade e equipe local são dimensionados com parceiros de hardware para a realidade de cada município. A plataforma que roda dentro dela é a mesma que já opera todos os dias no doutorchamada.com.br.

O que a rede municipal ganha na plataforma

Verticalizamos a pilha inteira — da chamada de vídeo à assinatura do documento — para o município não precisar costurar fornecedores. É a mesma plataforma que opera o doutorchamada.com.br todos os dias.

Consulta por vídeo integrada

A videochamada dentro da jornada do munícipe, da fila ao documento — sem link avulso perdido, com registro de cada atendimento.

Emissão própria com certificado A1

Atestado, receita e pedido de exame emitidos na plataforma e assinados com certificado ICP-Brasil (A1) — mesma validade legal do papel, conforme a MP 2.200-2/2001.

Validador público de documentos

Cada documento sai com QR code conferível por qualquer pessoa no validador público — a farmácia do bairro, o RH do empregador, a perícia. Documento público confere-se em público.

Prontuário e painel da operação

Registro clínico por munícipe, histórico por pessoa e visão da fila, dos tempos de espera e da produção — o que a gestão precisa ver para gerir.

Triagem com red flags

Sinais de emergência (dor torácica, sinais de AVC, ideação suicida, febre alta em criança) bloqueiam o fluxo digital e direcionam à rede de urgência — protocolo clínico, não configuração opcional.

Relatórios de produção exportáveis

Atendimentos, documentos emitidos e tempos, exportáveis para prestação de contas, conselho municipal de saúde e controle interno. Integração com sistemas do município (como o e-SUS APS) é avaliada em projeto — não prometemos aqui o que não roda hoje.

De onde vem a verba: as fontes que pagam a telemedicina municipal

Telemedicina municipal não depende de rubrica nova: paga-se com as fontes que o município já opera — o custeio federal da atenção primária, o piso constitucional da saúde, emendas parlamentares e os incentivos específicos de saúde digital do Ministério da Saúde, que hoje incluem verba federal de investimento para Pontos de Telessaúde. A telessaúde é prática autorizada em lei no país inteiro (Lei 14.510/2022), e o SUS trata a modalidade como política própria, não como improviso. Cada fonte abaixo diz para que serve: investimento monta o ponto; custeio paga a operação mês a mês.

SUS Digital + Novo PAC: Pontos de Telessaúde

O Programa SUS Digital (Portaria GM/MS 3.232/2024) financia a transformação digital da saúde municipal, e a Portaria GM/MS 4.160/2024 criou incentivo federal de investimento de até R$ 15 mil por Ponto de Telessaúde na atenção primária — verba desenhada exatamente para estruturar pontos físicos de teleatendimento, o formato das cabines. As propostas entram pelo InvestSUS.

Investimento — monta o ponto; não paga a operação.

Custeio federal da atenção primária

As transferências fundo a fundo (Fundo Nacional de Saúde → Fundo Municipal de Saúde) custeiam a atenção primária. Teleconsulta que absorve a demanda simples da UBS é despesa de custeio da própria rede — não um gasto novo ao lado dela.

Custeio — paga a operação mês a mês.

Recursos próprios do piso da saúde

Todo município aplica por lei no mínimo 15% da receita em ações e serviços públicos de saúde (LC 141/2012). Contrato de telemedicina pago por atendimento realizado entra nessa despesa — e compete por custo-por-atendimento com a expansão física equivalente.

Investimento ou custeio — a fonte mais flexível.

Emendas parlamentares

Emendas individuais e de bancada destinadas à saúde do município — inclusive a transferência especial da EC 105/2019 — pagam projetos de saúde digital. Cabine de atendimento é o tipo de entrega que parlamentar destina verba para ver de pé: física, inaugurável e com produção medida.

Investimento ou custeio, conforme a emenda.

Consórcio intermunicipal, por rateio

Pela Lei 11.107/2005, municípios vizinhos dividem o custo por contrato de rateio: o consórcio de saúde contrata a plataforma para todos, e cada ponto atende a população do seu ente. É o caminho natural para municípios pequenos.

Custeio compartilhado — e o rito de contratação também (abaixo).

Cofinanciamento estadual

Vários estados mantêm programas próprios de apoio à atenção primária e à telessaúde, com regras e valores que variam. No desenho do projeto, mapeamos o que o seu estado oferece hoje e o que o edital estadual exige.

Investimento ou custeio, conforme o programa do estado.

O limite disto aqui: esta página não é parecer jurídico nem orçamentário — o enquadramento final é da procuradoria e do controle interno do município. O que entregamos no projeto é o subsídio técnico com as normas citadas pelo número, para a sua equipe validar e decidir com segurança.

Como o município contrata — Lei 14.133/2021

Com a fonte definida, o rito. O caminho que recomendamos é começar por um piloto pequeno e mensurável, e escalar pelo rito ordinário com números na mesa — não o contrário.

Dispensa por valor: o piloto anual sem edital

A contratação direta por valor (art. 75, II da Lei 14.133/2021) cobre até R$ 65.492,11 por ano em serviços no exercício de 2026 (Decreto 12.807/2025, reajustado anualmente) — o suficiente para um piloto real: um distrito, uma UBS, um horário, com metas mensuráveis de atendimentos e tempo de espera. Quando quem contrata é consórcio público, o teto dobra: R$ 130.984,22.

Credenciamento, sem exclusividade

Pelo credenciamento (art. 79 da Lei 14.133/2021), o município publica as condições e credencia todo prestador que as cumpra — sem disputa e sem exclusividade. Serve bem à teleconsulta paga por atendimento realizado: o edital fixa o preço unitário e a rede se compõe conforme a demanda.

Pregão eletrônico para a escala

Telemedicina é serviço comum: a contratação em escala segue por pregão. Entregamos subsídio técnico para o estudo técnico preliminar (ETP) e o termo de referência — especificação da plataforma, dos níveis de serviço, dos equipamentos da cabine e dos requisitos de LGPD e ICP-Brasil — sem direcionamento de marca.

Consórcio intermunicipal e ata de registro de preços

Municípios pequenos ganham escala contratando juntos: o consórcio de saúde licita (ou contrata direto, com teto dobrado) para vários entes, e cada ponto atende a população do seu município. A ata de registro de preços permite ainda que outros entes adiram a uma licitação já feita, sem repetir o processo.

Rede gerida por OS: contrato pelo regulamento dela

Em muitos municípios a atenção primária já é operada por uma Organização Social via contrato de gestão (Lei 9.637/1998). Nesse arranjo a plataforma não passa por edital público: a OS contrata fornecedores pelo regulamento de compras próprio, com prazos de semanas. Para contratar diretamente uma entidade sem fins lucrativos, a Lei 14.133/2021 mantém a dispensa do art. 75, XV — nós, empresa, entramos como fornecedor da OS, e dizemos isso com todas as letras.

Pagamento por atendimento realizado

O modelo de referência é pagar por consulta realizada — produção auditável nos relatórios da própria plataforma —, não licença por habitante. O desenho final (faixas de volume, cabines, equipe local) é dimensionado no projeto e escrito no termo de referência.

Na prática, os arranjos que mais se repetem

  • Piloto rápido: custeio da atenção primária ou recursos próprios pagam; a dispensa por valor (até R$ 65.492,11/ano em 2026) contrata sem edital.

  • Cabines nos distritos: a emenda parlamentar ou o incentivo dos Pontos de Telessaúde monta o ponto; a operação é paga por atendimento, contratada por credenciamento ou pregão.

  • Municípios pequenos: o consórcio intermunicipal divide o custo por rateio — e contrata com o teto de dispensa dobrado (R$ 130.984,22).

  • Rede gerida por OS: a verba já corre no contrato de gestão; a plataforma entra pelo regulamento de compras da própria OS, em semanas.

As linhas que não cruzamos

Saúde pública tem regra dura — e é melhor que ela esteja escrita aqui do que descoberta em auditoria do tribunal de contas.

  • Telemedicina conforme a Resolução CFM 2.314/2022: todo atendimento é feito por médico com CRM ativo, identificado no prontuário e em cada documento emitido.

  • Assinatura digital com certificado A1 ICP-Brasil (MP 2.200-2/2001) em todo documento — e validador público com QR code para qualquer pessoa conferir a autenticidade.

  • LGPD levada como piso: dado de saúde é dado sensível do munícipe (o titular é ele, não o ente contratante), prontuário com retenção de 20 anos, acesso segregado por operação e nenhum uso comercial dos dados.

  • Emergência nunca é telemedicina: red flags na triagem — e sinais alterados na cabine — direcionam à rede de urgência do município, por protocolo clínico que não se desliga.

Verifique a operação antes da primeira reunião

A plataforma desta página é a mesma que atende pacientes diretamente no doutorchamada.com.br — e três verificações estão abertas a qualquer servidor, sem pedir reunião: os tempos de atendimento medidos e publicados, o corpo médico identificado com CRM em /equipe-medica e a autenticidade de qualquer documento emitido, conferível no validador público.

A avaliação mais direta dispensa apresentação de slides: faça uma consulta como paciente e julgue a experiência que o seu munícipe teria.

Conversar sobre o seu município

Conte o tamanho do município e o que você quer resolver — fila da atenção primária, distrito sem médico, cabines, subsídio para o termo de referência. A primeira resposta sai em até 1 dia útil, já com uma simulação sobre a demanda estimada.

O que gestores perguntam antes de avançar

Isso já está pronto ou é projeto?

A plataforma roda todos os dias: é a operação que atende pacientes no doutorchamada.com.br, com vídeo, prontuário, emissão A1 ICP-Brasil e validador público. O que se dimensiona por projeto é a implantação municipal — quais pontos, quantas cabines, quais equipamentos, com médicos nossos ou da rede. Preferimos dizer isso aqui a você descobrir na primeira reunião técnica.

O que a cabine de telemedicina mede?

O conjunto-base afere pressão arterial, oximetria de pulso, frequência cardíaca, temperatura, peso e altura — na hora, com as medidas visíveis para o médico durante a consulta por vídeo. Por projeto, o ponto pode ganhar glicemia capilar, ECG digital, dermatoscópio e estetoscópio digital. Um profissional de saúde local acolhe o munícipe e opera os equipamentos.

Os médicos são de vocês ou da rede municipal?

Os dois formatos existem. No plantão digital, os médicos são nossos — CRM ativo, identificados em cada documento — e o município contrata o atendimento. Na plataforma para a rede, os médicos do município atendem na nossa infraestrutura. E dá para combinar: a rede no horário das unidades, o nosso plantão fora dele.

Como a prefeitura contrata? Precisa licitar?

Nem sempre. Um piloto anual cabe na dispensa por valor da Lei 14.133/2021 (art. 75, II): até R$ 65.492,11 em serviços no exercício de 2026 — o dobro quando quem contrata é consórcio público. O credenciamento (art. 79) acomoda contratação sem disputa e sem exclusividade, e a escala segue por pregão eletrônico. Se a atenção primária do município já é gerida por uma Organização Social (contrato de gestão, Lei 9.637/1998), a contratação passa pelo regulamento de compras da própria OS, sem edital. Entregamos o subsídio técnico para o ETP e o termo de referência em qualquer um dos caminhos.

De onde sai a verba para pagar?

Das fontes que o município já opera: custeio federal da atenção primária (fundo a fundo), o mínimo constitucional de 15% da receita em saúde (LC 141/2012), emendas parlamentares destinadas à saúde e os incentivos de saúde digital do Ministério da Saúde — o Programa SUS Digital (Portaria GM/MS 3.232/2024) e o incentivo de até R$ 15 mil por Ponto de Telessaúde (Portaria GM/MS 4.160/2024, via InvestSUS). Municípios pequenos ainda podem ratear pelo consórcio intermunicipal. O enquadramento final é da procuradoria do município; o projeto sai daqui com as normas citadas pelo número.

Os documentos emitidos valem? Como alguém confere?

Valem: atestado, receita e pedido de exame saem assinados por médico identificado com CRM e com certificado digital A1 ICP-Brasil — a mesma validade jurídica do papel assinado. Qualquer pessoa confere a autenticidade no validador público, pelo QR code do documento, sem ligar para ninguém.

E os dados dos munícipes?

Dado de saúde é dado sensível na LGPD e o titular é o munícipe. O prontuário fica retido por 20 anos como manda a regra de registros médicos, o acesso é segregado e não há uso comercial dos dados. O contrato com o ente público escreve esses limites — eles não dependem de boa vontade.

Integra com o e-SUS?

Hoje, não — e não vamos prometer aqui o que não roda. O que existe são relatórios de produção exportáveis (atendimentos, documentos, tempos) para prestação de contas e controle. Integração com sistemas do município é avaliada tecnicamente dentro do projeto, com escopo e prazo escritos.

Quanto custa?

O modelo de referência é por atendimento realizado — o município paga produção, medida nos relatórios da própria plataforma. Cabines e equipe local são dimensionadas por ponto no projeto. A primeira conversa já sai com uma simulação sobre a população e a demanda estimada do município.

Você opera uma clínica privada? A porta certa é a página para clínicas. Precisa de consultas para o time da sua empresa? É a página para empresas.

Quando precisar de um médico

Consulta por vídeo com médicos de CRM ativo, das 6h30 às 23h, sem hora marcada. Atestado, receita e pedido de exame saem assinados quando há indicação clínica.